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Cirurgia Reconstrutiva

Síndrome do Canal Cubital (cotovelo)

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Síndrome do Canal Cubital

Compressão do nervo cubital ao nível do cotovelo

Para que serve?Melhora as queixas de dormência e falta de força da mão em casos de compressão nervosa ao nível do cotovelo.
Duração45–60 minutos
AnestesiaAnestesia geral ou bloqueio do plexo braquial, com ou sem sedação.

O que é?

A síndrome do canal cubital é uma doença de compressão do nervo cubital ao nível do cotovelo, que causa dormência, formigueiro e falta de força na mão. É característica a posição em “garra” do 4.º e 5.º dedos — o anelar e o mindinho.

A cirurgia consiste na libertação das estruturas que causam a compressão do nervo e, dependendo do caso, no seu reposicionamento. Quando a lesão nervosa está estabelecida há algum tempo, a recuperação pode não ser completa, mas a cirurgia ajuda a evitar um agravamento adicional da doença.

Nestas situações, também podem ser realizados procedimentos ao nível dos dedos para reduzir o efeito de garra.

Esclareça as suas dúvidasMarque uma consulta para uma avaliação individualizada.

Perguntas frequentes

Respostas claras às dúvidas mais frequentes sobre a síndrome do canal cubital e o seu tratamento.

O que é a síndrome do canal cubital?

É uma compressão do nervo cubital ao nível do cotovelo. Pode provocar dormência, formigueiro e perda de força na mão.

Que sintomas pode causar?

Os sintomas mais característicos são dormência e formigueiro na mão, sobretudo no anelar e no mindinho, perda de força e, em casos mais avançados, uma posição dos dedos em “garra”.

Porque são afetados sobretudo o anelar e o mindinho?

A compressão do nervo cubital manifesta-se tipicamente no 4.º e 5.º dedos, correspondentes ao anelar e ao mindinho.

Porque podem os sintomas piorar ao dobrar ou apoiar o cotovelo?

Dobrar o cotovelo pode aumentar a tensão e reduzir o espaço disponível para o nervo cubital. Apoiar diretamente a zona interna do cotovelo também pode exercer pressão sobre o nervo e agravar os sintomas.

O que significa a posição dos dedos em “garra”?

É uma deformidade em que o anelar e o mindinho ficam numa posição curvada característica, associada à perda de força causada pela compressão nervosa.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico começa pela avaliação dos sintomas e pelo exame do cotovelo e da mão. Em alguns casos podem ser solicitados estudos de condução nervosa e outros exames para avaliar o nervo e excluir causas alternativas.

Existem tratamentos sem cirurgia?

Nos casos iniciais, pode ser útil evitar apoiar o cotovelo, reduzir atividades que mantêm o cotovelo muito dobrado e utilizar uma proteção ou tala noturna para limitar a flexão. A indicação deve ser adaptada a cada caso.

Quando pode ser recomendada a cirurgia?

A cirurgia pode ser considerada quando os sintomas são importantes ou persistentes, quando existe fraqueza ou lesão nervosa, ou quando as medidas não cirúrgicas não proporcionam melhoria suficiente.

Em que consiste a cirurgia?

A operação liberta as estruturas que comprimem o nervo cubital. Dependendo do caso, o nervo também pode ser reposicionado.

A cirurgia pode incluir reposicionamento do nervo?

Sim. Em determinados casos, depois de libertar as estruturas que causam a compressão, o nervo pode ser reposicionado para diminuir a pressão sobre ele.

Quanto tempo dura a cirurgia e que anestesia pode ser usada?

A duração indicada é de 45–60 minutos. Pode ser realizada com anestesia geral ou com bloqueio do plexo braquial, com ou sem sedação.

É necessário ficar internado?

Não. O procedimento não necessita de internamento.

Onde fica a cicatriz?

A cicatriz fica na zona do cotovelo e tem cerca de 6–7 cm.

Quando se pode voltar a usar a mão e a fazer esforços?

O uso normal da mão pode ser retomado por volta dos 10 dias. Os esforços devem ser adiados até às 6 semanas, e a recuperação completa da força pode demorar vários meses.

Quais são os riscos e a recuperação é sempre completa?

Os riscos indicados incluem infeção, hemorragia e lesão do nervo, embora sejam raros. O resultado é geralmente duradouro, mas a recuperação da força ou da sensibilidade pode não ser completa quando a lesão nervosa já está estabelecida.

Esta informação é de caráter geral e não substitui uma avaliação médica individualizada.